“A seca combate-se com as autoestradas da água, não com seguros agrícolas”

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anpromis 1140x570Fonte: ECO

Os seguros agrícolas voltam sempre à berlinda quando há muita chuva, muita seca ou incêndios. Os agricultores queixam-se de pouca proteção e do preço. O facto é que um tipo de seguro que rende em prémios cerca de 30 milhões de euros por ano serve para pagar prejuízos muito maiores. Apenas tem mobilizado as grandes companhias, Tranquilidade e Fidelidade, e também a CA Seguros, pela ligação do Crédito Agrícola aos agricultores e à dispersão das 617 agências. Mais recentemente, as seguradoras Caravela, Lusitânia e UNA têm sido estimuladas a entrar no mercado.

Filipe Charters de Azevedo e a Safe-Crop, a sua agência de subscrição em nome das seguradoras, tem sido um dos mais ativos agentes da mudança nos seguros agrícolas. Em entrevista ao ECOseguros, explica a situação atual do setor, adianta soluções de curto prazo e aponta as de futuro.

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